ICMS-ECOLÓGICO: Uma alternativa sustentável para a preservação do cerrado goiano

Sabe-se que há muito tempo os tributos são cobrados tanto da pessoa física quando jurídica. Desse modo, acabaram recebendo uma visão negativa da sociedade, já que os gastos se tornam altos e nem sempre é revestida quantia significativa em prol de melhorias da qualidade de vida. A partir de 1991, por meio de uma iniciativa do estado do Paraná, criou-se o ICMS-Ecológico, que não pode ser considerado um novo imposto, pois não é retirado mais dinheiro dos contribuintes, mas sim usa parte do ICMS estadual para investir em ações sustentáveis. Diante disso, esta pesquisa visa mostrar a atuação desse dispositivo nos estados que dele fazem uso, analisar como decorreu a criação do ICMS-E, para isso será exposto um panorama sobre a compreensão de diferentes impostos até o seu surgimento, refletindo sobre sua relevância para o desenvolvimento sustentável no Brasil, o que reflete na vida das gerações futuras que precisam de soluções imediatas para possibilitar a permanência da vida na terra sem a carência de seus recursos naturais e, mas especificadamente para a preservação do cerrado, um dos biomas brasileiros que se encontra na região goiana. Além disso, serão expostas as legislações que definem os critérios que devem ser atendidos para o repasse e o modo como os municípios tem feito uso desse recurso. Ainda, serão apresentados alguns motivos relacionados com a falta de adesão de alguns estados, além de sugestões oferecidas por chefes de poder que tem interesse nessa medida sustentável. A pesquisa será uma revisão bibliográfica com base nas hipóteses de Conservancy (2015) Loureiro (1998; 2002), Marchiori (2009), Viol (2003).

Autores: Paula Priscila Borges Martins, Hélio Junior Siqueira Tavares, Weslaine Carneiro Da Silva de Paula, Graciele Araújo de Oliveira Caetano, Denise Gomes Barros Cintra, André Gaudie Carvalho, Bruno de Ávila Debom Rey, Clesiomar Rezende Silva, Djalma Aparecido Alves de Brito

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  • 22/07/2016

Mandibulectomia rostral unilateral em felino: Relato de caso

As fraturas de mandíbula e maxila são comuns em cães e gatos, representando cerca de 3 a 6% de todas as fraturas. Na maior parte dos casos, as fraturas apresentam-se abertas e contaminadas em casos de traumatismos podem ocorrem lesões intercorrentes, incluindo obstrução de via aérea superiores e traumatismo do sistema nervoso central. As técnicas cirúrgicas de mandibulectomia e maxilectomia são indicadas quando da impossibilidade ou insucesso de outras técnicas reparadoras menos invasivas. O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência da técnica de mandibulectomia parcial unilateral utilizando fios de aço inoxidável para realização de cerclagem mandibular em felino tendo como resultado positivo, uma vez que o paciente apresentou uma ótima recuperação pós-cirúrgica, não sendo observado dificuldades na alimentação, houve um pouco de decência dos pontos alguns dias após a cirurgia, mas logo depois a ferida cicatrizou por segunda intenção.

Autores: José Wilson Costa Azevedo Junior, Francisco Lima Silva, Paulo Victor Garrêto Rodrigues dos Santos, Raphael Briseno Frota

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  • 11/07/2016

Simulação do tamanho ótimo de amostra em duas fases para um custo fixo de amostragem

As pesquisas genéticas na cultura do café, têm tido grande expansão e, na maioria dos casos, as amostras são constituídas da coleta de folhas ou de frutos em diferentes plantas constituindo amostragem em mais de um estágio. Na amostragem em dois estágios ou sub-amostragem, designada amostragem hierárquica, a população é constit uída por N1 unidades primárias e cada unidade primária por N2 indivíduos. São selecionadas n1 unidades primárias e, de cada uma delas, selecionados n2 indivíduos. Para a determinação do tamanho ótimo da amostra biológica é necessário que se tenha dados obtidos de experimentos bem conduzidos e que expressem fielmente a variabilidade entre plantas de café e entre frutos, nas plantas, para condições que possam variar de acordo com os genes pesquisados. Em geral, o tamanho da amostra biológica utilizado pode estar sendo subestimado em função principalmente da relação entre as variâncias e da relação de custos.

Autores: Juracy Mendes Moreira, Aurélio Ferreira Melo, Jose Marcelo de Oliveira, Daniela Silva Ataides, Marcelo Carlos Ribeiro, Juliano Bortolini

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  • 09/07/2016

Análise de variância corrigida para a produção de matéria seca ao longo do tempo

Técnicas de análises de experimentos que utilizam medidas repetidas ao longo do tempo devem considerar a estrutura de correlação entre tempos e dentro de tempos. Neste trabalho foi analisado à produção de matéria seca com o uso de nutrientes de alta e baixa concentração, no qual foi constatado por meio do teste de Mauchly que a matriz de covariância do modelo proposto, não satisfaz ao critério de esfericidade, não possuindo variâncias iguais e correlações nulas. Esse fato pode tornar inválidos os testes F da análise de variância aplicados as fontes de variações presentes na subparcela, portanto foi utilizado duas formas de corrigir os respectivos graus de liberdade, e com isso garantir que a distribuição F seja exata. No estudo da produção matéria seca, ficou constatado que indefere o uso dos nutrientes na produção da matéria seca e este fato foi confirmado pela análise clássica de variância, bem como na análise de variância corrigida.

Autore:Juracy Mendes Moreira, Aurélio Ferreira Melo, Jose Marcelo de Oliveira, Daniela Silva Ataides, Marcelo Carlos Ribeiro, Juliano Bortolini

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  • 07/07/2016

Lesões cervicais granulomatosas não estão associadas a brucelose bovina no sul do estado do Espírito Santo, Brasil

Este estudo foi realizado em Anchieta no Sul do Estado do Espírito Santo e teve como objetivo investigar a presença de brucelose nos bovinos abatidos em um matadouro-frigorífico inspecionado pelo Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e a relação entre as lesões encontradas na membrana mucosa cervical e a doença. Foram examinados, quanto à presença ou não de lesões cervicais e coletadas amostras sanguíneas de 1.081 bovinos abatidos no período de fevereiro a agosto de 2013. Do quantitativo de bovinos abatidos, 38 (3,5%) animais apresentavam lesões do tipo granulomatosa na membrana mucosa cervical, ligamento cervical e eventualmente na musculatura adjacente, e destes, apenas 2 (5,26%) bovinos apresentaram-se positivos para brucelose no Teste do Antígeno Acidificado Tamponado (AAT). No entanto, dos 1.034 (95,6%) bovinos sem lesão, 9 (0,86%) apresentaram positividade no AAT. Não houve associação significativa (P>0,05) entre as lesões cervicais encontradas e a positividade para brucelose. Estes dados aclaram a não associação da brucelose bovina com as lesões granulomatosas encontradas junto ao ligamento cervical na inspeção post mortem, o que sugere a presença de outro agente que não a Brucella abortus.

Autores: Romeri Pedro dos Santos, Leonardo de Bruyn Denadai, Dyeime Ribeiro Sousa, Dirlei Molinari Donatele, Louisiane Carvalho Nunes, Aparecida de Fátima Madella-Oliveira

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  • 05/07/2016

Atividade sérica das enzimas creatina quinase e aspartato amino transferase em equinos submetidos a duas modalidades esportivas

O presente estudo objetivou avaliar o comportamento das enzimas creatina quinase (CK) e aspartato amino transferase (AST) antes e imediatamente após o desafio das provas atléticas de apartação e três tambores e a influência do sexo. Foram utilizados 41 equinos da raça Quarto de Milha, sendo 20 animais destinados à prova de apartação e 21 animais para a prova de três tambores. Amostras de sangue foram obtidas dos animais duas horas antes das provas e no máximo cinco minutos após para determinação das enzimas. Os resultados permitiram concluir que a atividade sérica das enzimas CK e AST foi significativamente mais elevada após as provas de apartação e três tambores e que os valores de AST foram mais elevados nas fêmeas e os valores séricos de CK foram menores nos machos não castrados em relação aos machos e às fêmeas.

Autores: Thais Helena Constantino Patelli, Francisco Armando de Azevedo Souza, Mauro José Lahm Cardoso, Rafael Fagnani, Aurélio Rodrigues Silva, Amanda Fernanda Nascimento

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  • 30/06/2016

Contagem celular somática sobre os grandes constituintes do leite

Objetivou-se com o presente estudo avaliar a relação existente entre a contagem celular somática (CCS) e os teores de gordura, proteína, lactose e sólidos totais do leite cru, proveniente de 160 vacas leiteiras Holandesas de uma Granja leiteira. Foram tabulados os dados da CCS e composição centesimal referentes ao período de seis meses. A CCS foi determinada através de citometria de fluxo e a composição centesimal por meio da absorção diferencial de ondas infravermelhas. Para avaliar a influência da CCS, sobre os teores de gordura, proteína, lactose e sólidos totais, calculou-se o coeficiente de correlação linear. A concentração de proteína, lactose e sólidos totais foi inversamente correlacionada com a CCS.

Autores: Bruna Lorrayne Lima, Karyne Oliveira Coelho, Cláudia Peixoto Bueno, Rodrigo Balduino Soares Neves

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  • 28/06/2016

Perfil dos tutores de cão e gato no município de Bom Jesus-PI

Bom Jesus, no Piauí, é uma cidade na qual é visivelmente notável uma grande quantidade de animais errante circulando pelas ruas. A pesquisa objetivou-se caracterizar o perfil de tutores de cães e gatos do município, levando em consideração o comportamento quanto a posse responsável desses animais. A caracterização dos tutores foi feita pela aplicação de questionários com 25 perguntas objetivas, dentre elas perguntas socioeconômicas e sobre cuidados que devem ser tomados com o animal de estimação. A cidade de Bom Jesus demonstrou ser uma cidade em que a população na sua maioria possui curso superior completo ou a concluir e economicamente de classe média. Mas mesmo assim não obteve bons resultados com relação a posse responsável, pois 19,57% dos animais tem acesso livre a rua, 18,92% saem para passear sem guia ou desacompanhados, desses apenas 11,1% recolhem as fezes de seus animais na rua, 38,60% nunca foram levados ao médico veterinário, 64% relataram que o animal já teve infestação por ectoparasitos e desses apenas 9,09 foi tratado de forma correta (animal e ambiente) e na sua minoria 19,3% não faz utilização de antihelmíntico regularmente. Com o presente trabalho foi possível concluir que a maioria dos entrevistados não toma o devido cuidado com seus animais, demonstrando que a cidade de Bom Jesus precisa urgentemente de um programa de conscientização da população sobre guarda responsável de seus animais e dos riscos de zoonoses.

Autores: Dulcilany Pereira Cardoso, Raylson Pereira de Oliveira, Daiane de Sousa Estrela, Luana Araújo Saraiva, Marcia Paula Oliveira Farias, Pollyana Oliveira da Silva

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  • 25/06/2016

Evisceração decorrente de orquiectomia na espécie equina: relato de caso

O presente caso relata a evisceração e posterior herniação inguinal de segmento de jejuno em equino submetido à orquiectomia. Um eqüino da raça Mangalarga Marchador, macho, 15 anos, foi encaminhado para realização de orquiectomia eletiva em haras no município de Alegre-ES. Após sedação e anestesia local, o paciente foi submetido ao procedimento cirúrgico. Decorridos 15 minutos, foi observado sangramento na região da bolsa escrotal, com visualização de tecido emergindo da ferida cirúrgica na bolsa escrotal direita. Após exame visual verificou-se tratar de porção do intestino delgado insinuando-se pelo anel inguinal e ferida cirúrgica. Imediatamente o paciente foi submetido à laparotomia mediana à campo para redução da evisceração, sob anestesia geral intravenosa. O redução foi realizada com êxito, com sutura do anel inguinal externo direito. Decorridas seis horas do término da laparotomia, o paciente apresentou quadro clinico de abdômen agudo, e à palpação retal constatou-se presença de hérnia inguinal direita. Optou-se pela eutanásia do animal, por não haver um centro cirúrgico de grandes animais na região. Na necropsia foi verificado porção de jejuno insinuada no canal inguinal direito, com estrangulamento, apresentando-se com coloração esverdeada. A orquiectomia é uma técnica de execução relativamente simples, podendo ser realizada a campo pelo médico veterinário, porém, apresenta taxas de complicações elevadas, entre 20 a 38% dos casos, principalmente associados a erros de técnica cirúrgica. A evisceração intestinal pós-castração é considerada uma situação de emergência, exigindo uma conduta terapêutica rápida e eficiente. A sua ocorrência é rara, em torno de 0,2 a 2,6 % dos casos de orquiectomia. A palpação retal prévia à orquiectomia pode auxiliar na detecção de um anel inguinal interno dilatado ou qualquer alteração no mesmo, todavia esta prática não é realizada rotineiramente no pré-operatório de orquiectomia na espécie equina.

Autores: Breno Curty Barbosa, Tatiany Luiza Silveira, Ingrid Bromerschenkel, Thomas Alexander Trein, Eduardo de Magalhães Panelli, Eugenio Nardin Neto, Flavia de Almeida Lucas

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  • 24/06/2016

Esofagotomia torácica para remoção de corpo estranho associado à megaesôfago em cão

A ocorrência de complicações em cães por ingestão de corpos estranhos e obstrução do esôfago é algo relativamente comum na rotina do clínico veterinário. Ocorre com maior frequência em animais jovens devido os seus hábitos alimentares indiscriminados, porém, pode ocorrer em qualquer idade. Normalmente os corpos estranhos são encontrados alojados no esôfago torácico e a remoção ocorre na maioria dos casos através de cirurgia. Objetivou-se relatar o caso de um cão tratado cirurgicamente para remoção de um corpo estranho alojado no esôfago torácico associado a megaesôfago decorrente da obstrução do lúmen do órgão, através da esofagotomia torácica.

Autores: Daniel Serafim de Andrade Rodrigues; Leticya Lorrayne da Silva Soares; Renan Paraguassu de Sa Rodrigues; Maykon Martins dos Santos; Dayse Andrade Barros;Yago Gabriel da Silva Barbosa; Marcelo Campos Rodrigues

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  • 22/06/2016

  • Maribel Velandia Valero

    Universidade Estadual de Maringá
    mvvalero@pubvet.com.br
  • João Moreira da Costa Neto

    Universidade Federal da Bahia
    jmcn@ufba.br
  • José Carlos da Silveira Osório

    Universidade Federal de Pelotas
    jcosorio@ufpel.edu.br
  • Marcelo Seneda

    Universidade Estadual de Londrina
    mseneda@uel.br
  • Marcio Manhaes Folly

    Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro
    follyma@uenf.br
  • Maria Emília Camargo

    Universidade de Santa Cruz do Sul
    kamargo@terra.com.br
  • Osmar Souza dos Santos

    Universidade Federal de Santa Maria
    osmarsouzasantos@gmail.com
  • Paulo Cesar Moreira

    Pontifícia Universidade Católica de Goiás
    pc_8888@hotmail.com
  • Ricardo Orsi

    Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Botucatu
    orsi@fmvz.unesp.br
  • Tania Marta Carvalho dos Santos

    Universidade Federal de Alagoas
    tmcs@ceca.ufal.br
  • Valdinei Tadeu Paulino

    Instituto de Zootecnia
    paulino@iz.sp.gov.br
  • Cyro Rego Cabral Junior

    Universidade Federal de Alagoas
    cyrorcjr@gmail.com
  • Daise Rossi

    Universidade Federal de Uberlândia
    daiser@umuarama.ufu.br
  • Dorival Pereira Borges da Costa

    Instituto Federal do Mato Grosso
    zoodoc_ufrrj@yahoo.com.br
  • Débora Aparecida Pires de Campos Zuccari

    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto
    debora.zuccari@famerp.br
  • Duvaldo Eurides

    Universidade Federal de Uberlândia
    duvaldo@ufu.br
  • Elvino Ferreira

    Universidade Federal de Rondônia
    elvinoferreira@yahoo.com.br
  • Emerson Soares


    soaemerson@gmail.com
  • Eric Schimidt Rondon

    Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
    itacron@gmail.com
  • Érico Rodrigues

    Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Registro
    erzootec@gmail.com
  • Fábio Enrique Lemos Budiño

    Instituto de Zootecnia
    fbudino@iz.sp.gov.br
  • Francisco Cláudio Dantas Mota

    Universidade Federal de Uberlândia
    dantasmota@yahoo.com.br
  • Francisco Rafael Martins Soto

    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
    chicosoto34@gmail.com
  • George Shigueki Yasui

    Hokkaido University
    george@fish.hokudai.ac.jp
  • Ivanor Nunes do Prado

    Universidade Estadual de Maringá
    inprado@uem.br
  • Rodolpho Martin do Prado

    UEM
    rodolphoprado@hotmail.com
  • Alliny das Graças Amaral

    Universidade Estadual de Goiás
    alliny.amaral@ueg.b
  • Guilherme José Bolzani de Campos Ferreira

    Universidade Federal do Piau
    guilherme.ferreira@ufpi.edu.br
  • Luis Gustavo Castro Alves

    Universidade Estadual de Londrina
    gustavo353@hotmail.com
  • Melissa Watanabe

    Universidade do Extremo Sul Catarinense
    melissawatanabe@unesc.net
  • João Avelar Magalhães

    Embrapa
    joao.magalhaes@embrapa.br
  • Catarina Rafaela Alves da Silva

    Universidade Federal do Piauí
    catarinarafaela@hotmail.com
  • Rodrigo da Silva Lima

    Instituto Federal do Sertão Pernambucano
    rodrigo.lima@ifsertao-pe.edu.br
  • Aline Ferreira Amorim

    Instituto Federal do Tocantins
    alineamorim19@hotmail.com
  • Caio Tácito Gomes Alvares

    Universidade Estadual de Santa Cruz
    caioalvares@uol.com.br
  • Francisco Cardoso Filho

    Universidade Federal do Piauí
    veterinario_filho@hotmail.com
  • Geovania Maria da Silva Braga

    Universidade Estadual do Maranhão
    geovaniab@yahoo.com.br
  • Tatiana García Díaz

    Universidade Estadual de Maringá
    tatianagarcia.diaz@gmail.com
  • João Elzeário Castelo Branco Iapichini

    Agencia Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
    iapichini@gmail.com
  • Graciele Araújo de Oliveira Caetano

    Faculdade de Jussara
    caetanozootecnia@outlook.com
  • Fábio Silva de Souza

    UNINORTE/Laureate International Universities
    mvfabiosouza@gmail.com
  • Sandra Márcia Tietz Marques

    FAVET/UFRGS
    smtmuni@hotmail.com
  • Michele Moreira Martins de Oliveira

    UNICEUMA - campus Imperatriz
    michele.martins@ceuma.br
  • Bruno de Cássio Veloso de Barros

    Instituto Evandro Chagas-IEC /Laboratório de Rotavírus.
    brunocvb@yahoo.com.b
  • João Batista Gonçalves Costa Jr

    Embrapa
    jbzootec@gmail.com
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