Produtividade de forragem e morfogênese de Brachiaria brizantha cv. Marandu sob níveis de nitrogênio

O efeito da adubação nitrogenada (0, 60, 120, 180 e 240 kg de N ha-1) sobre a produção de forragem e características morfogênicas e estruturais de Brachiaria brizantha cv. Marandu foi avaliado em condições de campo. A adubação nitrogenada afetou positiva e significativamente (P<0,05) a produção de matéria seca verde (MSV), o perfilhamento, a senescência e as características morfogênicas e estruturais da gramínea. Os maiores rendimentos de MSV, taxa de expansão foliar, tamanho médio de folhas, número de folhas perfilho-1 e índice de área foliar foram obtidas com a aplicação de 221,5; 206,9; 188,6; 180,5 e 205,5 kg de N ha-1, respectivamente. A eficiência de utilização de N foi inversamente proporcional às doses de N aplicadas.

Autores: Newton de Lucena Costa, Claudio Ramalho Townsend, Fabíola Helena dos Santos Fogaça, João Avelar Magalhães, Amaury Burlamaqui Bendahan, Francisco José de Seixas Santos

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Article History: Received 15 July, 2016; Accepted 8 August, 2016; Available on line 24 August, 2016

 

  • 24/08/2016

Efeitos do estresse térmico na produção de vacas leiteiras: Revisão

O Brasil apresenta destaque na produção mundial de leite, ocupando a quinta posição dentre os maiores produtores. Goiás ocupa a quarta posição no ranking dos estados produtores de leite, com perspectivas de aumento ao longo dos anos. Objetivou-se com este estudo descrever os efeitos do estresse térmico na produção de vacas leiteiras. O estresse térmico influencia na produção e composição centesimal do leite, tornando fundamental o fornecimento de ambiente que proporcione o conforto térmico aos animais. As variações sazonais influenciam na qualidade e quantidade de leite produzido, sendo que animais de origem indiana (Bos indicus) são mais tolerantes ao clima tropical, quando comparado com animais de origem europeia (Bos taurus), em virtude de sua maior capacidade de transpiração e menor taxa metabólica. Contudo, é certo, a necessidade de investimentos em instalações que possibilite ambientes com condições mínimas de temperatura e umidade relativa do ar, o que favorece o aumento produtivo e a melhoria da qualidade do leite produzido.

Autores: Aurélio Ferreira Melo, Juracy Mendes Moreira, Daniela Silva Ataídes, Rosiane Aparecida Macedo Guimarães, Jorge Lima Loiola, Helbio Carlos Sardinha

Artigo In Press

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Article History: Received 17 June, 2016. Accepted 13 July, 2016 Available on line 18 August, 2016

  • 18/08/2016

Botulismo canino: Revisão

O botulismo tem como agente causal Clostridium botulinum, bacilo gram positivo anaeróbico obrigatório, formador de endosporos, encontrado no solo e em muitos sedimentos de água fresca. É uma afecção neuroparalítica, sendo descritas sete neurotoxinas (A a G), sendo a C mais comumente encontrada em pequenos animais. Em cães, o alimento geralmente está contaminado com a neurotoxina do tipo C, causando bloqueio da acetilcolina nos receptores da junção neuromuscular, geralmente de horas a dias após a ingestão, causando paralisia de neurônio motor inferior, com fraqueza rápida progredindo para decúbito. O objetivo desse trabalho é uma atualização do botulismo canino, como diagnóstico primário ou diferencial em diagnóstico neurológico, abordando desde sua etiologia, incidência, patogenia, manifestações clínicas, tratamento e prognóstico.
Palavras chave: Clostridium botulinum, cão, neurotoxina.

Autores: Elissandra da Silveira & Sandra Márcia Tietz Marques

Artigo In Press

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Article History: Received 26 June, 2016. Accepted 18 July, 2016. Available on line 15 Augusto, 2016

 

  • 15/08/2016

Avaliação do perfil metabólico e proteína C reativa em cães obesos

A domesticação dos animais, fez com que mudanças no hábito e manejo alimentar desenvolvessem diferentes respostas metabólicas. A obesidade é uma doença nutricional multifatorial, que aumenta o risco de várias complicações na saúde do animal. Em humanos, a proteína C reativa vem sendo estudada para complementar o diagnóstico de obesidade, já que a prevalência desta doença é crescente. Este trabalho teve como objetivo verificar possíveis alterações nos exames laboratoriais de hemograma, perfil bioquímico metabólico e avaliar o comportamento da proteína C reativa em cães obesos. Foram comparados doze cães obesos, classificados com escore de condição corporal (ECC) 9,0 e doze cães, grupo controle, com ECC 5, de uma escala que varia de 1 a 9, ambos grupos eram aparentemente saudáveis, de ambos os sexo e de raças variadas. Através dos estudos, pode-se observar que não houve alterações no hemograma e nos níveis da proteína C reativa de todos os animais. Quando comparados às dosagens séricas bioquímicas de ambos os grupos, não verificou-se alterações, com exceção dos níveis séricos de colesterol total e triglicerídeos, que comportaram-se diferentemente entre os dois grupos de acordo com as análises estatísticas. Apenas a dosagem dos triglicerídeos do grupo obeso, apresentou-se elevado nos níveis séricos. Através dos dados epidemiológicos, houve diferença estatística significativa (p=0,01) entre o ECC e a castração dos animais, esses fatores sugerem uma predisposição à obesidade. Pode-se concluir que a proteína C reativa em cães tem comportamento diferente do encontrado nos humanos.

Autores: Marcelle Mareze, Letícia Misturini Dalla Costa, Priscila Michelin Groff, Joselaine Bortolanza Padilha, Fernanda Pinto Ferreira, Juliana Mareze, Itacir Eloi Sandini, Margarete Kimie Falbo

Artigo In Press

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Article History: Received 27 June, 2016. Accepted 13 July, 2016. Available on line 12 August, 2016

  • 12/08/2016

Morfologia testicular e qualidade seminal em touros: revisão

O objetivo com este estudo foi revisar os fatores que influenciam na termorregulação testicular e sua relação com a morfologia testicular e a qualidade seminal de touros. Pode-se considerar que, além da circunferência escrotal, mediadas como volume e forma testiculares podem, futuramente, serem utilizados como critérios de seleção, sendo que alguns trabalhos demonstraram que animais com testículos alongados apresentaram melhor qualidade seminal, provavelmente devido a uma termorregulação mais eficiente, com menos alterações em seu tecido espermático.

Autores: Henrique Trevizoli Ferraz, Marco Antônio de Oliveira Viu, Marcos Silva Moraes, Dyomar Toledo Lopes, Cássio Aparecido Pereira Fontana, Felipe Trevizoli Ferraz, Luciana Isis do Carmo

Artigo In Press

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Article History: Received 29 June, 2016. Accepted 14 July, 2016. Available on line 8 August, 2016

  • 08/08/2016

Disponível Agosto - V. 10, No. 8, Pág. 580-635, 2016

 

SUMÁRIO: Volume 10, Número 8, Páginas 580-635, Agosto, 2016

 

 

  • 01/08/2016

Abate humanitário de aves: Revisão

Cada vez mais, consumidores têm demostrado interesse em investir em produtos que garantam o bem estar dos animais. O Brasil se destaca no assunto avicultura de corte, no entanto a indústria do frango vivencia diariamente com perdas na qualidade do produto final devido ao estresse do manejo pré-abate. Há necessidade de as agroindústrias implantarem programas de bem estar adequados, que se tornem uma ferramenta essencial para contribuir com melhorias no ambiente de criação e abate, e o mais importante, que não cause sofrimento desnecessário aos animais. Diante deste cenário, é de grande relevância a busca de informações práticas com embasamento científico, aplicáveis a realidade brasileira, que possibilitem reduzir as perdas na qualidade do produto, diminuindo a ocorrência de hematomas, contusões e lesões nas aves e que se preocupem com o bem estar dos animais. Esta revisão foi realizada para apresentar os principais aspectos do abate humanitário das aves, abordando os padrões do manejo pré-abate e abate, enfatizando as perdas produtivas ocorridas nestas etapas, bem como propor uma reflexão a respeito da ética e bem estar dos animais.

Autores: Denise Russi Rodrigues, Fabiana Ramos dos Santos, Weslane Justina da Silva, Alison Batista Vieira Silva Gouveia, Cibele Silva Minafra

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Article History: Received 27 June, 2016. Accepted 12 July, 2016. Available on line 29 July, 2016

  • 29/07/2016

Parasitos intestinais em galinhas caipiras da região metropolitana de Porto Alegre, RS

O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de parasitos intestinais em galinhas caipiras criadas em regime extensivo na região metropolitana de Porto Alegre, RS. Foram analisadas 112 amostras fecais de aves de 14 propriedades e processadas pelas técnicas de flutuação com solução saturada de cloreto de sódio e de sedimentação espontânea. Treze propriedades (92,9%) apresentaram aves parasitadas. A prevalência geral foi de 55,4% (62/112) das aves parasitadas, com ovos de helmintos dos gêneros Capillaria, Heterakis, Ascaridia, Strongyloides, Strongyloidea e protozoários do gênero Eimeria. O único cestóide encontrado foi o do gênero Choanotaenia. Capillaria spp. foi o helminto mais prevalente (78,6%) independente de município. O diagnóstico parasitológico pelas amostras fecais é uma ferramenta adequada para auxiliar no controle de verminoses. Embora a prevalência detectada foi alta, os criadores não evidenciaram nenhum problema sanitário nas aves.

Autores: Gabriela Bernardino de Siqueira & Sandra Márcia Tietz Marques

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Article History: Received 22 June, 2016. Accepted 12 July, 2016. Available on line 27 July, 2016

  • 27/07/2016

Ecofisiologia de plantas forrageiras

O trabalho foi desenvolvido com o objetivo de realizar uma revisão acerca da importância da ecofisiologia das plantas forrageiras, ao abordar os impactos dos fatores bióticos e abióticos sobre as plantas e suas respostas morfofisiológicas. O estresse físico ocasionado pela compactação do solo prejudica o desenvolvimento do sistema radicular, sendo apresentada como resposta da planta maior emissão de raízes laterais como alternativa para explorar maior volume de solo. A condição de alagamento prejudica as espécies forrageiras de maneira diferenciada. Nesse ambiente, as plantas mais adaptadas apresentam a formação de raízes adventícias. Na condição de seca as plantas tolerantes possuem a capacidade de aprofundar o sistema radicular, além de possuírem modificações anatômicas e fisiológicas para sobreviverem. O pastejo diminui o aparato fotossintético das plantas e para recuperarem da desfolhação e manterem produtivas ocorrem alterações na população de perfilhos e na relação entre fonte e dreno dos órgãos remanescentes. No ambiente de sombra o maior limitante é a baixa radiação solar. As forrageiras sob a influencia da sombra priorizam a partição de fotoassimilados para a parte aérea em detrimento das raízes e, também, possuem adaptações anatômicas e fisiológicas na lâmina foliar para interceptar e absorver maior quantidade de luz. A deficiência de nutrientes prejudica o crescimento da comunidade de plantas, como alternativa as mesmas estimulam o desenvolvimento do sistema radicular com o objetivo de suprir a demanda por esse recurso. As adaptações da planta aos fatores bióticos e abióticos promovem alterações nas suas características para garantir a sobrevivência, mas que não necessariamente implicam em manutenção da produção dos órgãos de interesse. Contudo, tais modificações devem ser conhecidas para respeitar os limites de utilização e garantir a eficiência de produção das forrageiras.

Autores: Róberson Machado Pimentel, Geraldo Fábio Viana Bayão, Daiana Lopes Lelis, Alex Júnio da Silva Cardoso, Filipe Vélez Saldarriaga, Carlos Cicinato Vieira Melo, Filipe Bittencourt Machado de Souza, Ana Claúdia de Souza Pimentel, Dilermando Miranda da Fonseca, Manoel Eduardo Rozalino Santos

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Article History: Received 16 June, 2016. Accepted 05 July, 2016. Available on line 26 July, 2016

  • 26/07/2016

Parcela ótima para a cultura do cafeeiro obtido por simulação de dados com variâncias conhecidas

Diversos métodos têm sido empregados por pesquisadores para determinar o tamanho ótimo de parcela experimental e o controle do erro experimental, os mais difundidos são: método empírico de Smith; método da inspeção visual da curvatura máxima, método da curvatura máxima do coeficiente de variação. Recentemente foram propostos métodos do ajuste de modelo segmentado (linear com platô) para determinação do tamanho ótimo de parcela. Todos os métodos citados anteriormente utilizam dados provenientes de ensaios de uniformidade para medir a variabilidade entre os possíveis tamanhos de parcela. Os dados utilizados neste trabalho foram obtidos através de simulação computacional de dados de um ensaio de uniformidade. O objetivo proposto neste trabalho consiste em utilizar técnicas estatísticas para determinar o tamanho ótimo de amostra. Conclui-se o tamanho ótimo de parcela foi conseguido através do método de máxima curvatura do coeficiente de variação que apresentou um R2 de 0,9818.

Autores: Juracy Mendes Moreira, Aurélio Ferreira Melo, Jose Marcelo de Oliveira, Daniela Silva Ataides, Marcelo Carlos Ribeiro, Juliano Bortolini

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Article History: Received 13 May, 2016. Accepted 17 June, 2016. Available on line 25 July, 2016

  • 25/07/2016

  • Maribel Velandia Valero

    Universidade Estadual de Maringá
    mvvalero@pubvet.com.br
  • João Moreira da Costa Neto

    Universidade Federal da Bahia
    jmcn@ufba.br
  • José Carlos da Silveira Osório

    Universidade Federal de Pelotas
    jcosorio@ufpel.edu.br
  • Marcelo Seneda

    Universidade Estadual de Londrina
    mseneda@uel.br
  • Marcio Manhaes Folly

    Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro
    follyma@uenf.br
  • Maria Emília Camargo

    Universidade de Santa Cruz do Sul
    kamargo@terra.com.br
  • Osmar Souza dos Santos

    Universidade Federal de Santa Maria
    osmarsouzasantos@gmail.com
  • Paulo Cesar Moreira

    Pontifícia Universidade Católica de Goiás
    pc_8888@hotmail.com
  • Ricardo Orsi

    Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Botucatu
    orsi@fmvz.unesp.br
  • Tania Marta Carvalho dos Santos

    Universidade Federal de Alagoas
    tmcs@ceca.ufal.br
  • Valdinei Tadeu Paulino

    Instituto de Zootecnia
    paulino@iz.sp.gov.br
  • Cyro Rego Cabral Junior

    Universidade Federal de Alagoas
    cyrorcjr@gmail.com
  • Daise Rossi

    Universidade Federal de Uberlândia
    daiser@umuarama.ufu.br
  • Dorival Pereira Borges da Costa

    Instituto Federal do Mato Grosso
    zoodoc_ufrrj@yahoo.com.br
  • Débora Aparecida Pires de Campos Zuccari

    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto
    debora.zuccari@famerp.br
  • Duvaldo Eurides

    Universidade Federal de Uberlândia
    duvaldo@ufu.br
  • Elvino Ferreira

    Universidade Federal de Rondônia
    elvinoferreira@yahoo.com.br
  • Emerson Soares


    soaemerson@gmail.com
  • Eric Schimidt Rondon

    Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
    itacron@gmail.com
  • Érico Rodrigues

    Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Registro
    erzootec@gmail.com
  • Fábio Enrique Lemos Budiño

    Instituto de Zootecnia
    fbudino@iz.sp.gov.br
  • Francisco Cláudio Dantas Mota

    Universidade Federal de Uberlândia
    dantasmota@yahoo.com.br
  • Francisco Rafael Martins Soto

    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
    chicosoto34@gmail.com
  • George Shigueki Yasui

    Hokkaido University
    george@fish.hokudai.ac.jp
  • Ivanor Nunes do Prado

    Universidade Estadual de Maringá
    inprado@uem.br
  • Rodolpho Martin do Prado

    UEM
    rodolphoprado@hotmail.com
  • Alliny das Graças Amaral

    Universidade Estadual de Goiás
    alliny.amaral@ueg.b
  • Guilherme José Bolzani de Campos Ferreira

    Universidade Federal do Piau
    guilherme.ferreira@ufpi.edu.br
  • Luis Gustavo Castro Alves

    Universidade Estadual de Londrina
    gustavo353@hotmail.com
  • Melissa Watanabe

    Universidade do Extremo Sul Catarinense
    melissawatanabe@unesc.net
  • João Avelar Magalhães

    Embrapa
    joao.magalhaes@embrapa.br
  • Catarina Rafaela Alves da Silva

    Universidade Federal do Piauí
    catarinarafaela@hotmail.com
  • Rodrigo da Silva Lima

    Instituto Federal do Sertão Pernambucano
    rodrigo.lima@ifsertao-pe.edu.br
  • Aline Ferreira Amorim

    Instituto Federal do Tocantins
    alineamorim19@hotmail.com
  • Caio Tácito Gomes Alvares

    Universidade Estadual de Santa Cruz
    caioalvares@uol.com.br
  • Francisco Cardoso Filho

    Universidade Federal do Piauí
    veterinario_filho@hotmail.com
  • Geovania Maria da Silva Braga

    Universidade Estadual do Maranhão
    geovaniab@yahoo.com.br
  • Tatiana García Díaz

    Universidade Estadual de Maringá
    tatianagarcia.diaz@gmail.com
  • João Elzeário Castelo Branco Iapichini

    Agencia Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
    iapichini@gmail.com
  • Graciele Araújo de Oliveira Caetano

    Faculdade de Jussara
    caetanozootecnia@outlook.com
  • Fábio Silva de Souza

    UNINORTE/Laureate International Universities
    mvfabiosouza@gmail.com
  • Sandra Márcia Tietz Marques

    FAVET/UFRGS
    smtmuni@hotmail.com
  • Michele Moreira Martins de Oliveira

    UNICEUMA - campus Imperatriz
    michele.martins@ceuma.br
  • Bruno de Cássio Veloso de Barros

    Instituto Evandro Chagas-IEC /Laboratório de Rotavírus.
    brunocvb@yahoo.com.b
  • João Batista Gonçalves Costa Jr

    Embrapa
    jbzootec@gmail.com
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