Perfil dos tutores de cão e gato no município de Bom Jesus-PI

Bom Jesus, no Piauí, é uma cidade na qual é visivelmente notável uma grande quantidade de animais errante circulando pelas ruas. A pesquisa objetivou-se caracterizar o perfil de tutores de cães e gatos do município, levando em consideração o comportamento quanto a posse responsável desses animais. A caracterização dos tutores foi feita pela aplicação de questionários com 25 perguntas objetivas, dentre elas perguntas socioeconômicas e sobre cuidados que devem ser tomados com o animal de estimação. A cidade de Bom Jesus demonstrou ser uma cidade em que a população na sua maioria possui curso superior completo ou a concluir e economicamente de classe média. Mas mesmo assim não obteve bons resultados com relação a posse responsável, pois 19,57% dos animais tem acesso livre a rua, 18,92% saem para passear sem guia ou desacompanhados, desses apenas 11,1% recolhem as fezes de seus animais na rua, 38,60% nunca foram levados ao médico veterinário, 64% relataram que o animal já teve infestação por ectoparasitos e desses apenas 9,09 foi tratado de forma correta (animal e ambiente) e na sua minoria 19,3% não faz utilização de antihelmíntico regularmente. Com o presente trabalho foi possível concluir que a maioria dos entrevistados não toma o devido cuidado com seus animais, demonstrando que a cidade de Bom Jesus precisa urgentemente de um programa de conscientização da população sobre guarda responsável de seus animais e dos riscos de zoonoses.

Autores: Dulcilany Pereira Cardoso, Raylson Pereira de Oliveira, Daiane de Sousa Estrela, Luana Araújo Saraiva, Marcia Paula Oliveira Farias, Pollyana Oliveira da Silva

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  • 25/06/2016

Evisceração decorrente de orquiectomia na espécie equina: relato de caso

O presente caso relata a evisceração e posterior herniação inguinal de segmento de jejuno em equino submetido à orquiectomia. Um eqüino da raça Mangalarga Marchador, macho, 15 anos, foi encaminhado para realização de orquiectomia eletiva em haras no município de Alegre-ES. Após sedação e anestesia local, o paciente foi submetido ao procedimento cirúrgico. Decorridos 15 minutos, foi observado sangramento na região da bolsa escrotal, com visualização de tecido emergindo da ferida cirúrgica na bolsa escrotal direita. Após exame visual verificou-se tratar de porção do intestino delgado insinuando-se pelo anel inguinal e ferida cirúrgica. Imediatamente o paciente foi submetido à laparotomia mediana à campo para redução da evisceração, sob anestesia geral intravenosa. O redução foi realizada com êxito, com sutura do anel inguinal externo direito. Decorridas seis horas do término da laparotomia, o paciente apresentou quadro clinico de abdômen agudo, e à palpação retal constatou-se presença de hérnia inguinal direita. Optou-se pela eutanásia do animal, por não haver um centro cirúrgico de grandes animais na região. Na necropsia foi verificado porção de jejuno insinuada no canal inguinal direito, com estrangulamento, apresentando-se com coloração esverdeada. A orquiectomia é uma técnica de execução relativamente simples, podendo ser realizada a campo pelo médico veterinário, porém, apresenta taxas de complicações elevadas, entre 20 a 38% dos casos, principalmente associados a erros de técnica cirúrgica. A evisceração intestinal pós-castração é considerada uma situação de emergência, exigindo uma conduta terapêutica rápida e eficiente. A sua ocorrência é rara, em torno de 0,2 a 2,6 % dos casos de orquiectomia. A palpação retal prévia à orquiectomia pode auxiliar na detecção de um anel inguinal interno dilatado ou qualquer alteração no mesmo, todavia esta prática não é realizada rotineiramente no pré-operatório de orquiectomia na espécie equina.

Autores: Breno Curty Barbosa, Tatiany Luiza Silveira, Ingrid Bromerschenkel, Thomas Alexander Trein, Eduardo de Magalhães Panelli, Eugenio Nardin Neto, Flavia de Almeida Lucas

Artigo In Press

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  • 24/06/2016

Esofagotomia torácica para remoção de corpo estranho associado à megaesôfago em cão

A ocorrência de complicações em cães por ingestão de corpos estranhos e obstrução do esôfago é algo relativamente comum na rotina do clínico veterinário. Ocorre com maior frequência em animais jovens devido os seus hábitos alimentares indiscriminados, porém, pode ocorrer em qualquer idade. Normalmente os corpos estranhos são encontrados alojados no esôfago torácico e a remoção ocorre na maioria dos casos através de cirurgia. Objetivou-se relatar o caso de um cão tratado cirurgicamente para remoção de um corpo estranho alojado no esôfago torácico associado a megaesôfago decorrente da obstrução do lúmen do órgão, através da esofagotomia torácica.

Autores: Daniel Serafim de Andrade Rodrigues; Leticya Lorrayne da Silva Soares; Renan Paraguassu de Sa Rodrigues; Maykon Martins dos Santos; Dayse Andrade Barros;Yago Gabriel da Silva Barbosa; Marcelo Campos Rodrigues

Artigo In Pres

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  • 22/06/2016

Sumário v. 10, No. 7, p. 513 - 579 (2016): Jul.

 

Megaureter e hidronefrose por ectopia ureteral extramural em cão 

Yago Gabriel da Silva Barbosa, Daniel Serafim de Andrade Rodrigues, Eglesia Rodrigues Leite, Jefferson Rodrigues Araújo, Charlys Rhands Coelho de Moura, Catarina Rafaela Alves da Silva, Francisco Lima Silva

Aspectos epidemiológicos da cinomose em cães atendidos em um Hospital Veterinário no período de 2011 a 2013

Leana Bruna Salomão de Brito, Oaiana Trindade Pereira, Paulo André Choairy Oliveira, Tiago da Silva Teófilo, Renata Mondego Oliveira, Ana Lúcia Abreu Silva, Mylena Andréa Oliveira Torres

Quadro eritrocitário e índice de Haden para avaliação de anemia em vacas lactantes na região de Imperatriz-MA

Joelsy Dias Costa, Manoel de Oliveira Dantas, Raquel Leite dos Santos, Thays de Paula Menezes Pereira, Décio Romão dos Santos Neto, Vannessa Juliana Coelho Santos de Melo, Murilo Alves Barros, Nayra Juliana Lima Vale, Dennis Leite dos Santos, Paulo Vitor Silva de Carvalho

Hiperfosfatemia na insuficiência renal aguda: Relato de caso

Marlos Melo Duarte, Francisco Lima Silva, Paulo Victor Garrêto Rodrigues dos Santos

Avaliação laboratorial da saúde de macacos prego (Cebus apella) na cidade de Jataí-GO

Vera Lúcia Dias da Silva Fontana, Fabiano Rodrigues de Melo, Sidney Aniceto Rezende Júnior, Henrique Trevizoli Ferraz, Dirceu Guilherme de Souza Ramos, Thiago André Carreo Costa, Lucas José Santos Mascarenhas, Gabrielle Anselmo dos Santos

Avaliações hematológicas, bioquímicas e de urinálise, em fêmeas Nelore, originadas de propriedades rurais com e sem a presença de samambaia nas pastagens

Maira Salomão Fortes, Wilmar Sachetin Marçal, Mara Regina Stipp Balarin, André Hiroshi Quadros Watanabe

Estudo epidemiológico das lentiviroses de pequenos ruminantes na Mesorregião do Oeste Maranhense, Brasil

Patrick Assunção Mourão, Lyah Lamark, Michele Moreira Martins de Oliveira, Ana Lucia Abreu Silva

Hemograma como indicador de estresse em cães submetidos ao processo de higienização e tosa em pet shops

Laura Honório de Oliveira, Adriano Fernandes Ferreira, Mikael Leandro Duarte de Lima Tolentino

Importância da barreira epidérmica na dermatite atópica canina: Revisão

Wendie Roldán Villalobos & Laureano Rodríguez Beltrán

Fibra para ruminantes: Aspecto nutricional, metodológico e funcional

Aldivan Rodrigues Alves, Leonardo Augusto Fonseca Pascoal, Gabriela Brito Cambuí, Jaqueline da Silva Trajano, Claudete Maria da Silva, Glayciane Costa Gois

 

  • 17/06/2016

Alimentos alternativos para aves e suínos em sistemas de produção com base agro ecológica

A produção animal em agrossistemas sustentáveis tem crescido nos últimos anos, principalmente pelas questões ecológicas, que envolvem a redução dos danos ambientais e a maior demanda do consumidor final por produtos livres de possíveis resíduos químicos. Nas questões que envolvem a segurança alimentar, a produção animal orgânica e agroecológica dos monogástricos encontram maiores dificuldades do que a dos ruminantes principalmente nas questões relacionadas com a alimentação diferenciada destes animais, pois os ruminantes tem grande parte de suas exigências nutricionais supridas pelas pastagens, enquanto que os monogástricos tem como principais ingredientes de suas rações o milho e a soja. Na maioria das vezes, para a produção de soja ou de milho são utilizadas sementes transgênicas e também uma grande carga de agroquímicos é aplicada. Além disso, as fontes energéticas e/ou proteicas produzidas de forma orgânica são insuficientes para a produção animal de forma não convencional. Para isso se buscam fontes alternativas de alimentos, que possam ser utilizada principalmente para suínos e aves, e que sejam produzidos de forma não convencional e sem comprometimento no desenvolvimento destes animais e que sejam viáveis economicamente. Desta forma, este trabalho tem como objetivo revisar os principais produtos alternativos utilizados para aves e suínos em sistemas não convencionais de produção.

Autores: Rosa Maira Tonet, Alessandra Aparecida Silva, Lucimar Peres Pontara

Artigo In Press:

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  • 14/06/2016

Uso da moringa na alimentação animal e humana

A moringa é uma planta de indiscutível importância econômica na indústria alimentícia e farmacêutica. Suas folhas frescas possuem excelentes qualidades nutricionais, sendo uma boa fonte protéica (33,8% de proteína bruta), além de conter em sua composição as vitaminas A, B e C, minerais como, ferro, cálcio, fósforo e potássio e dispor deuma boa digestibilidade (em média 79,7%), o que a configura como um bom suplemento para animais. É considerada uma fonte valiosa de carotenóides e de compostos bioativos, com atividade hipotensiva e antioxidante. Das sementes pode ser extraído o óleo que apresenta 37,2% de lipídeos, contendo baixo conteúdo de ácidos graxos poli-insaturados (<1%) e desta forma alta resistência à oxidação, pela presença de elevados teores de ácidos graxos insaturados, especialmente o oléico, sendo o palmítico e o bezênico, os ácidos graxos saturados dominantes. O cultivo dessa planta em regiões secas pode ser uma estratégia alimentar bastante vantajosa, uma vez que suas folhas podem ser colhidas quando nenhum outro vegetal verde se apresenta disponível. Desta forma, considerando-se o crescente interesse no uso de alimentos naturais e que forneçam, além de nutrientes, compostos bioativos, apresentamos uma revisão sobre a moringa e suas principais formas de utilização na alimentação animal e humana.

Autores: Jéssica Berly Moreira Marinho, Alex Martins Varela de Arruda, Raimunda Thyciana Vasconcelos Fernandes, Aurora da Silva Melo, Rosângela Fernandes de Souza, Luiz Odonil Gomes dos Santos, Lívio Carvalho de Figueirêdo, Rogério Taygra Vasconcelos Fernandes, Ana Cecília Nunes de Mesquita

Artigo In Press

  • 07/06/2016

Demodicose na espécie Mesocricetus auratus: relato de caso

Atualmente, a escolha de espécies exóticas como animais de estimação tem se tornado comum nos lares por serem dóceis, carinhosos, demandar poucos cuidados e ter baixo custo com a manutenção. Porém, problemas como alopecia, presença de prurido e lesões cutâneas são frequentes e geralmente inespecíficas, necessitando investigação atenta. Estes sinais podem estar relacionados a problemas diretos da pele, ou ser reflexo de alterações sistêmicas ou desequilíbrio nutricional. O artigo descreve um caso de um hamster da espécie Mecricetus auratus, atendido em uma clínica particular da cidade de Teresina, Piauí, apresentando crostas e prurido intenso na região dorso-lombar e prurido moderado no ouvido e andar em círculos. No raspado cutâneo e swab estéril do ouvido foram observados formas adultas de Demodex aurati e Malassezia sp. O objetivo desse trabalho é oferecer conhecimento a respeito da doença e de animais exóticos são tidos como animais de estimação. Fica evidente a importância de se conhecer a fisiologia e comportamentos de roedores domésticos para melhor avaliar as alterações patológicas.

Autores: Diana Sousa Alcântara, Monique Graziele Oliveira Santos, Vicente de Paula Fernandes Neto

Artigo In Press

  • 01/06/2016

Aspectos imaginológicos de colelitíase e coledocolitíase em cães: Revisão

A ocorrência de cálculo biliar em cães é rara, consistindo, geralmente, em achados acidentais. Os animais acometidos apresentam sinais clínicos inespecíficos ou mesmo podem ser assintomáticos. Todavia, dependendo da localização do cálculo, pode ocorrer obstrução total do fluxo biliar, e causar ruptura de vesícula ou ductos biliares. Os exames de imagem, como radiografia e/ou ultrassonografia abdominal, e sua correta interpretação são fundamentais para avaliação do sistema biliar. Objetivou-se com a presente revisão uma descrição das imagens radiográficas e ultrassonográficas características da colelitíase e coledocolitíase em cães.

Autores: Bartira Damiana Lemes Cipriano, Desireé Reis de Oliveira, Paulo Antonio Terrabuio Andreussi

Artigo aceito para publicação: v.10, n.8, Ago., 2016

  • 26/05/2016

QUALIS PUBVET (ISSN: 1982-1263)

 

 

ISSN

 

      

Área de Avaliação

 

Classificação

 

1982-1263   BIOTECNOLOGIA C
1982-1263   CIÊNCIA DE ALIMENTOS C
1982-1263   CIÊNCIAS AGRÁRIAS I C
1982-1263   CIÊNCIAS AMBIENTAIS B5
1982-1263   CIÊNCIAS BIOLÓGICAS II C
1982-1263   INTERDISCIPLINAR B4
1982-1263   MEDICINA VETERINÁRIA B5
1982-1263   ODONTOLOGIA B5
1982-1263   ZOOTECNIA / RECURSOS PESQUEIROS C

 

  • 14/04/2016

  • Maribel Velandia Valero

    Universidade Estadual de Maringá
    mvvalero@pubvet.com.br
  • João Moreira da Costa Neto

    Universidade Federal da Bahia
    jmcn@ufba.br
  • José Carlos da Silveira Osório

    Universidade Federal de Pelotas
    jcosorio@ufpel.edu.br
  • Marcelo Seneda

    Universidade Estadual de Londrina
    mseneda@uel.br
  • Marcio Manhaes Folly

    Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro
    follyma@uenf.br
  • Maria Emília Camargo

    Universidade de Santa Cruz do Sul
    kamargo@terra.com.br
  • Osmar Souza dos Santos

    Universidade Federal de Santa Maria
    osmarsouzasantos@gmail.com
  • Paulo Cesar Moreira

    Pontifícia Universidade Católica de Goiás
    pc_8888@hotmail.com
  • Ricardo Orsi

    Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Botucatu
    orsi@fmvz.unesp.br
  • Tania Marta Carvalho dos Santos

    Universidade Federal de Alagoas
    tmcs@ceca.ufal.br
  • Valdinei Tadeu Paulino

    Instituto de Zootecnia
    paulino@iz.sp.gov.br
  • Cyro Rego Cabral Junior

    Universidade Federal de Alagoas
    cyrorcjr@gmail.com
  • Daise Rossi

    Universidade Federal de Uberlândia
    daiser@umuarama.ufu.br
  • Dorival Pereira Borges da Costa

    Instituto Federal do Mato Grosso
    zoodoc_ufrrj@yahoo.com.br
  • Débora Aparecida Pires de Campos Zuccari

    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto
    debora.zuccari@famerp.br
  • Duvaldo Eurides

    Universidade Federal de Uberlândia
    duvaldo@ufu.br
  • Elvino Ferreira

    Universidade Federal de Rondônia
    elvinoferreira@yahoo.com.br
  • Emerson Soares


    soaemerson@gmail.com
  • Eric Schimidt Rondon

    Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
    itacron@gmail.com
  • Érico Rodrigues

    Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Registro
    erzootec@gmail.com
  • Fábio Enrique Lemos Budiño

    Instituto de Zootecnia
    fbudino@iz.sp.gov.br
  • Francisco Cláudio Dantas Mota

    Universidade Federal de Uberlândia
    dantasmota@yahoo.com.br
  • Francisco Rafael Martins Soto

    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
    chicosoto34@gmail.com
  • George Shigueki Yasui

    Hokkaido University
    george@fish.hokudai.ac.jp
  • Ivanor Nunes do Prado

    Universidade Estadual de Maringá
    inprado@uem.br
  • Rodolpho Martin do Prado

    UEM
    rodolphoprado@hotmail.com
  • Alliny das Graças Amaral

    Universidade Estadual de Goiás
    alliny.amaral@ueg.b
  • Guilherme José Bolzani de Campos Ferreira

    Universidade Federal do Piau
    guilherme.ferreira@ufpi.edu.br
  • Luis Gustavo Castro Alves

    Universidade Estadual de Londrina
    gustavo353@hotmail.com
  • Melissa Watanabe

    Universidade do Extremo Sul Catarinense
    melissawatanabe@unesc.net
  • João Avelar Magalhães

    Embrapa
    joao.magalhaes@embrapa.br
  • Catarina Rafaela Alves da Silva

    Universidade Federal do Piauí
    catarinarafaela@hotmail.com
  • Rodrigo da Silva Lima

    Instituto Federal do Sertão Pernambucano
    rodrigo.lima@ifsertao-pe.edu.br
  • Aline Ferreira Amorim

    Instituto Federal do Tocantins
    alineamorim19@hotmail.com
  • Caio Tácito Gomes Alvares

    Universidade Estadual de Santa Cruz
    caioalvares@uol.com.br
  • Francisco Cardoso Filho

    Universidade Federal do Piauí
    veterinario_filho@hotmail.com
  • Geovania Maria da Silva Braga

    Universidade Estadual do Maranhão
    geovaniab@yahoo.com.br
  • Tatiana García Díaz

    Universidade Estadual de Maringá
    tatianagarcia.diaz@gmail.com
  • João Elzeário Castelo Branco Iapichini

    Agencia Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
    iapichini@gmail.com
  • Graciele Araújo de Oliveira Caetano

    Faculdade de Jussara
    caetanozootecnia@outlook.com
  • Fábio Silva de Souza

    UNINORTE/Laureate International Universities
    mvfabiosouza@gmail.com
  • Sandra Márcia Tietz Marques

    FAVET/UFRGS
    smtmuni@hotmail.com
  • Michele Moreira Martins de Oliveira

    UNICEUMA - campus Imperatriz
    michele.martins@ceuma.br
  • Bruno de Cássio Veloso de Barros

    Instituto Evandro Chagas-IEC /Laboratório de Rotavírus.
    brunocvb@yahoo.com.b
  • João Batista Gonçalves Costa Jr

    Embrapa
    jbzootec@gmail.com
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