Aspectos imaginológicos de colelitíase e coledocolitíase em cães: Revisão

A ocorrência de cálculo biliar em cães é rara, consistindo, geralmente, em achados acidentais. Os animais acometidos apresentam sinais clínicos inespecíficos ou mesmo podem ser assintomáticos. Todavia, dependendo da localização do cálculo, pode ocorrer obstrução total do fluxo biliar, e causar ruptura de vesícula ou ductos biliares. Os exames de imagem, como radiografia e/ou ultrassonografia abdominal, e sua correta interpretação são fundamentais para avaliação do sistema biliar. Objetivou-se com a presente revisão uma descrição das imagens radiográficas e ultrassonográficas características da colelitíase e coledocolitíase em cães.

Autores: Bartira Damiana Lemes Cipriano, Desireé Reis de Oliveira, Paulo Antonio Terrabuio Andreussi

Artigo aceito para publicação: v.10, n.8, Ago., 2016

  • 26/05/2016

Megaureter e hidronefrose por ectopia ureteral extramural em cão

A ectopia ureteral é uma anomalia congênita do trato genito-urinário caracterizado por um distúrbio na inserção do ureter na vesícula urinária, sendo a causa mais comum de incontinência urinária em cães jovens, ocorrendo predominantemente em animais do sexo feminino. Anatomicamente é classificada como intramural ou extramural. Na intramural o ureterse anexa na superfície dorsal vesícula urinária, porém há falha ao desembocar no trígono vesical, enquanto que na extramural ocorre um desvio por completo da bexiga, podendo ocorrer em ambos os casos de forma unilateral ou bilateral. Os principais sinais clínicos incluem além da incontinência urinária, o eczema vulvar com hiperpigmentação, hipotricose e dermatite na região perivulvar, hematúria, piúria e cistites recorrentes. Objetivou neste artigo relatar o caso clínico de uma cadela da raça pinscher, 8 meses de idade, atendida no Hospital Veterinário da UFPI, diagnosticada e tratada para ectopia ureteral com megaureter e hidronefrose adquirida.

Autores: Yago Gabriel da Silva Barbosa, Daniel Serafim de Andrade Rodrigues, Eglesia Rodrigues Leite, Jefferson Rodrigues Araújo, Charlys Rhands Coelho de Moura, Catarina Rafaela Alves da Silva, Francisco Lima Silva

Artigo Aceito para publicação: v.10, n.7, Jul., 2016

  • 21/05/2016

Avaliações hematológicas, bioquímicas e de urinálise, em fêmeas Nelore, originadas de propriedades rurais com e sem a presença de samambaia nas pastagens

A Pteridium arachnoideum, anteriormente classificada como Pteridium aquilinum, popularmente conhecida por samambaia, é um dos vegetais tóxicos mais preocupantes em vários países, incluindo o Brasil. Pesquisadores brasileiros caracterizaram, experimentalmente, três formas clínicas das doenças causadas pela ingestão de samambaia pelos bovinos: Diátese Hemorrágica, Hematúria Enzoótica dos Bovinos e Carcinomas Epidermóides do Trato Digestivo Superior. No presente trabalho estudaram-se os valores hematológicos, bioquímicos e urinálise de três diferentes fases do desenvolvimento animal: 56 bezerras, 58 novilhas e 55 vacas provindas de propriedades rurais com características zootécnicas semelhantes e com a presença ou não da samambaia. Pelos resultados houve uma queda significativa nos valores do volume globular, hemoglobina e número de hemácias nas bezerras provenientes da propriedade rural com presença de samambaia. Porém, para o grupo de vacas e novilhas houve uma queda somente no número de hemácias, comparadas ao grupo de animais provenientes de propriedades rurais sem a presença de samambaia. O número de plaquetas foi significativamente superior em todas as faixas etárias nos animais provenientes de propriedades rurais com samambaia. Não houve alterações significativas no leucograma, em ambos os grupos, indicando que não havia, em nenhuma das três categorias, resposta inflamatória sistêmica.

Autores: Maira Salomão Fortes, Wilmar Sachetin Marçal, Mara Regina Stipp Balarin, André Hiroshi Quadros Watanabe

Artigo aceito para publicação: v.10, n.7, Jul., 2016

  • 19/05/2016

Importância da barreira epidérmica na dermatite atópica canina: Revisão

A dermatite atópica canina (D-AC) é uma doença alérgica, crônica e inflamatória da pele que afeita o 10-15% dos cães. A patogênese da doença tinha girado em torno a processos de hipersensibilidade mediada pela IgE, mas, nos últimos tempos, pesquisadores têm dirigido seus esforços à demonstração da importância da barreira epidérmica no desenvolvimento da DAC, baseando-se em sua maioria em estudos prévios da Dermatite Atópica Humana. Pesquisas relacionadas com a perda transepidérmica de água, os níveis de hidratação da pele e as anormalidades nos lipídeos do estrato córneo e nas proteínas superficiais da epiderme, principalmente na filagrina, têm sido fundamentais para avançar na compreensão da patogenia da DAC.

Autores: Wendie Roldán Villalobos & Laureano Rodríguez Beltrán

Artigo aceito para publicação: v.10,n7, Jul., 2016

  • 18/05/2016

Hiperfosfatemia na insuficiência renal aguda: Relato de caso

Este relato de caso mostra a preocupação com os altos índices de hiperfosfatemia na insuficiência renal aguda em cães, não deixando de lado os outros sinais que acometem os animais afetados. O trabalho aborda as causas que podem originar a insuficiência renal aguda, os sinais clínicos e os exames complementares que auxiliam no diagnóstico da doença. O relato conta o caso de um Pinscher de dois anos que veio ao hospital por apresentar um quadro de letargia e vômitos frequentes.

Conclusão: A persistência da azotemia e principalmente o desequilíbrio do fator cálcio x fósforo é determinante para o diagnóstico de IRA. O valor alto de fósforo é um sinal alarmante para o início urgente do tratamento, para evitar que o animal entre num quadro de doença renal crônica-DRC, já que a hiperfosfatemia é um sinal de doença renal avançada

Autores: Marlos Melo Duarte, Francisco Lima Silva, Paulo Victor Garrêto Rodrigues dos Santos

Artigo aceito para publicação: v. 10, n7, Jul., 2016

  • 17/05/2016

Hemograma como indicador de estresse em cães submetidos ao processo de higienização e tosa em Pet Shops

Este trabalho avaliou o hemograma como um possível indicativo de estresse em cães, atendidos em pet shops do município de Patos – PB. Para a realização da pesquisa, foram coletadas amostras de sangue em 50 cães clinicamente sadios de variadas raças, idades e sexos em dois momentos: antes e depois do atendimento do animal, comparando-se os resultados do hemograma nos dois momentos. Objetivou-se traçar um perfil hematológico, sob a influência do estresse sofrido pelo animal. Tal avaliação foi utilizada para identificar o nível de estresse ao qual o animal foi submetido. As médias das variáveis da série eritrocitária e leucocitária foram maiores no momento anterior ao procedimento em relação ao momento depois do procedimento, porém essa diferença não teve relevância estatística. Não foram observadas alterações quantitativas decorrentes de estresse no hemograma de cães submetidos a processos de higienização e tosa.

Autores: Laura Honório de Oliveira, Adriano Fernandes Ferreira, Mikael Leandro Duarte de Lima Tolentino

Artigo aceito para publicação: v.10, n.7, Jul., 2016 

  • 16/05/2016

Avaliação laboratorial da saúde de macacos prego (Cebus apella) na cidade de Jataí-GO

O objetivo com este estudo foi avaliar, por exames laboratoriais, a saúde de cinco macacos prego residentes em um parque público localizado às margens do lago Diacuí, no município de Jataí-GO. Os valores médios encontrados para os principais parâmetros hematológicos foram 5,82 x 106/µL; 41,05%; 77,50 x 103/µL; e 7800/µL, respectivamente para hemácias; volume globular/hematócrito; plaquetas; e leucócitos totais. Não foram detectados hematozoários nos esfregaços sanguíneos. Nas dosagens bioquímicas, as concentrações médias de ureia; creatinina; alanina amino transferase; glicose; e colesterol total foram, respectivamente, 25,68 mg/dL; 0,79 mg/dL; 55,00 U/L; 96,16 mg/dL; e 87,16 mg/dL. Nenhum dos animais apresentou-se reagente ao teste de hemaglutinação indireta para detecção de anticorpos anti-Toxoplasma gondii. Assim, pode-se concluir que estes animais apresentavam-se com boa saúde no momento da coleta das amostras de sangue.

Autores: Vera Lúcia Dias da Silva Fontana, Fabiano Rodrigues de Melo, Sidney Aniceto Rezende Júnior, Henrique Trevizoli Ferraz, Dirceu Guilherme de Souza Ramos, Thiago André Carreo Costa, Lucas José Santos Mascarenhas, Gabrielle Anselmo dos Santos

Artigo aceito para publicação: v.10, n.7, Jul., 2016

  • 14/05/2016

Estudo epidemiológico das lentiviroses de pequenos ruminantes na Mesorregião do Oeste Maranhense, Brasil

O presente estudo avaliou os perfis sanitários e epidemiológicos das Lentiviroses de pequenos ruminantes (LVPR) na Mesorregião do Oeste Maranhense, microrregião de Imperatriz. Foram aplicados questionários em 57 propriedades de 14 municípios da região. Também foram colhidas 710 amostras de sangue para realização de testes sorológicos. Os resultados mostraram que as condições sanitárias dos rebanhos são precárias e que as doenças mais comuns foram: miíases (78,9%) dos rebanhos, linfadenite caseosa (59,6%), pododermatite (47,4%), aborto (43,9%) e mastite (31,6%). O teste sorológico revelou que a prevalência independente da espécie testada para Lentiviroses foi de 7,5% (53/710), não diferindo entre si: 7,5% (39/481) dos ovinos e 7,4% (14/176) dos caprinos. Em relação aos municípios observou-se que 12 dos 14 municípios avaliados apresentam animais positivos para LVPR, o que caracteriza o vírus circulante nas propriedades avaliadas e 7 destes municípios apresentaram entre 8% e 15% de animais positivos. A técnica de cultivo de leucócitos com posterior co-cultivo foi eficazes no isolamento do vírus, cujas amostras positivas apresentaram formação de sincícios e alterações morfológicas características da patologia.

Autores: Patrick Assunção Mourão, Lyah Lamark, Michele Moreira Martins de Oliveira, Ana Lucia Abreu Silva

Artigo aceito para publicação: v.10, n.7, Jul., 2016

  • 13/05/2016

Quadro eritrocitário e índice de Haden para avaliação de anemia em vacas lactantes na região de Imperatriz-MA

A cidade de Imperatriz possui grande importância na bacia leiteira do Maranhão, sendo esta responsável por metade da produção de todo o Estado. Diante disso, buscou-se a melhoria da sanidade dos rebanhos a fim de aumentar a produção, bem como melhorar a qualidade do produto produzido pesquisando-se neste trabalho o quadro eritrocitário e valores do índice de Haden de vacas em lactação para avaliação de quadro anêmico dos rebanhos inseridos na região de Imperatriz. Utilizou-se 145 animais de rebanhos leiteiros previamente cadastrados, os quais foram sangrados na veia jugular ou coccídea, previamente desinfetada com iodo a 10%, e mediante agulhas hipodérmicas 40x12 eram colhidos 5 ml de sangue em seringas descartáveis e condicionados em frascos com EDTA, sendo as amostras conduzidas em caixa térmica ao Laboratório de Biologia Animal da Universidade Estadual do Maranhão. As análises foram processadas pelos meios convencionais da hematologia clínica, determinando-se a contagem total das hemácias (106), a dosagem da hemoglobina (g/dl) o volume globular (%) e a série hematimétrica absoluta, VCM (Volume Globular Médio), HCM (Hemoglobina Globular Média) e a CHGM (Concentração Hemoglobina Globular Média) de cada hemácia com intuito de classificar a série hematimétrica absoluta, assim como também avaliação do índice de Haden. Mediante os resultados obtidos foram observados valores, para hemácia F = 220.1971** e hematócrito F =1032.3724** que mesmo abaixo da média fisiológica para a espécie, registra condicionamento orgânico do animal para compensar os déficits existentes com a hemoglobina que se encontra abaixo dos níveis normais. No entanto, isso ocasionou um aumento na concentração de hemoglobina globular média, F =7.9386** como resposta fisiológica para melhor transporte de O2, como forma de compensação do organismo animal devido à baixa quantidade do número de hemácias circulantes e produção de leite registrada. Na avaliação do índice de Haden constatou-se um quadro anêmico – anemia microcítica hipocrômica, confirmando os resultados do eritrograma.

Autores: Joelsy Dias Costa, Manoel de Oliveira Dantas, Raquel Leite dos Santos, Thays de Paula Menezes Pereira, Décio Romão dos Santos Neto, Vannessa Juliana Coelho Santos de Melo, Murilo Alves Barros, Nayra Juliana Lima Vale, Dennis Leite dos Santos, Paulo Vitor Silva de Carvalho

Artigo In Press (v.10, n.7, Jul., 2016)

  • 11/05/2016

Aspectos epidemiológicos da cinomose em cães atendidos em um Hospital Veterinário no período de 2011 a 2013

O objetivo desse estudo foi avaliar os aspectos epidemiológicos da cinomose canina em animais atendidos no Hospital Veterinário da Universidade Estadual do Maranhão. Foi feito levantamento de dados de 10200 fichas clínicas de cães atendidos no período de janeiro de 2011 a dezembro de 2013, à procura de casos suspeitos e confirmados. 461 animais foram diagnosticados com a doença e 202 foram considerados suspeitos, em um total de 663 casos de cinomose. O percentual de machos afetados foi de 53,4% e de fêmeas, 46,6%. Com relação à idade, a faixa etária mais afetada foi entre 0-5 anos, totalizando 89,6%, e a menos afetada entre 11 a 17 anos (2,3%). Quanto à raça, as mais predominantes foram os animais sem raça definida (65,5%), Poodle (12,5%), Pinscher (8,75%) e Pitbull (2,9%). A doença ocorreu em todos os meses do ano, com maior prevalência entre os meses de julho a setembro e menor prevalência em abril e dezembro. Houve uma alta prevalência de cinomose canina em comparação ao número de cães atendidos no hospital veterinário, o que sustenta a importância da aplicação de medidas de prevenção e controle da doença.

Autores: Leana Bruna Salomão de Brito, Oaiana Trindade Pereira, Paulo André Choairy Oliveira, Tiago da Silva Teófilo, Renata Mondego Oliveira, Ana Lúcia Abreu Silva, Mylena Andréa Oliveira Torres

Artigo In Press (v.10,n.7, Jul., 2016) 

  • 09/05/2016

  • Maribel Velandia Valero

    Universidade Estadual de Maringá
    mvvalero@pubvet.com.br
  • João Moreira da Costa Neto

    Universidade Federal da Bahia
    jmcn@ufba.br
  • José Carlos da Silveira Osório

    Universidade Federal de Pelotas
    jcosorio@ufpel.edu.br
  • Marcelo Seneda

    Universidade Estadual de Londrina
    mseneda@uel.br
  • Marcio Manhaes Folly

    Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro
    follyma@uenf.br
  • Maria Emília Camargo

    Universidade de Santa Cruz do Sul
    kamargo@terra.com.br
  • Osmar Souza dos Santos

    Universidade Federal de Santa Maria
    osmarsouzasantos@gmail.com
  • Paulo Cesar Moreira

    Pontifícia Universidade Católica de Goiás
    pc_8888@hotmail.com
  • Ricardo Orsi

    Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Botucatu
    orsi@fmvz.unesp.br
  • Tania Marta Carvalho dos Santos

    Universidade Federal de Alagoas
    tmcs@ceca.ufal.br
  • Valdinei Tadeu Paulino

    Instituto de Zootecnia
    paulino@iz.sp.gov.br
  • Cyro Rego Cabral Junior

    Universidade Federal de Alagoas
    cyrorcjr@gmail.com
  • Daise Rossi

    Universidade Federal de Uberlândia
    daiser@umuarama.ufu.br
  • Dorival Pereira Borges da Costa

    Instituto Federal do Mato Grosso
    zoodoc_ufrrj@yahoo.com.br
  • Débora Aparecida Pires de Campos Zuccari

    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto
    debora.zuccari@famerp.br
  • Duvaldo Eurides

    Universidade Federal de Uberlândia
    duvaldo@ufu.br
  • Elvino Ferreira

    Universidade Federal de Rondônia
    elvinoferreira@yahoo.com.br
  • Emerson Soares


    soaemerson@gmail.com
  • Eric Schimidt Rondon

    Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
    itacron@gmail.com
  • Érico Rodrigues

    Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Registro
    erzootec@gmail.com
  • Fábio Enrique Lemos Budiño

    Instituto de Zootecnia
    fbudino@iz.sp.gov.br
  • Francisco Cláudio Dantas Mota

    Universidade Federal de Uberlândia
    dantasmota@yahoo.com.br
  • Francisco Rafael Martins Soto

    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
    chicosoto34@gmail.com
  • George Shigueki Yasui

    Hokkaido University
    george@fish.hokudai.ac.jp
  • Ivanor Nunes do Prado

    Universidade Estadual de Maringá
    inprado@uem.br
  • Rodolpho Martin do Prado

    UEM
    rodolphoprado@hotmail.com
  • Alliny das Graças Amaral

    Universidade Estadual de Goiás
    alliny.amaral@ueg.b
  • Guilherme José Bolzani de Campos Ferreira

    Universidade Federal do Piau
    guilherme.ferreira@ufpi.edu.br
  • Luis Gustavo Castro Alves

    Universidade Estadual de Londrina
    gustavo353@hotmail.com
  • Melissa Watanabe

    Universidade do Extremo Sul Catarinense
    melissawatanabe@unesc.net
  • João Avelar Magalhães

    Embrapa
    joao.magalhaes@embrapa.br
  • Catarina Rafaela Alves da Silva

    Universidade Federal do Piauí
    catarinarafaela@hotmail.com
  • Rodrigo da Silva Lima

    Instituto Federal do Sertão Pernambucano
    rodrigo.lima@ifsertao-pe.edu.br
  • Aline Ferreira Amorim

    Instituto Federal do Tocantins
    alineamorim19@hotmail.com
  • Caio Tácito Gomes Alvares

    Universidade Estadual de Santa Cruz
    caioalvares@uol.com.br
  • Francisco Cardoso Filho

    Universidade Federal do Piauí
    veterinario_filho@hotmail.com
  • Geovania Maria da Silva Braga

    Universidade Estadual do Maranhão
    geovaniab@yahoo.com.br
  • Tatiana García Díaz

    Universidade Estadual de Maringá
    tatianagarcia.diaz@gmail.com
  • João Elzeário Castelo Branco Iapichini

    Agencia Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
    iapichini@gmail.com
  • Graciele Araújo de Oliveira Caetano

    Faculdade de Jussara
    caetanozootecnia@outlook.com
  • Fábio Silva de Souza

    UNINORTE/Laureate International Universities
    mvfabiosouza@gmail.com
  • Sandra Márcia Tietz Marques

    FAVET/UFRGS
    smtmuni@hotmail.com
  • Michele Moreira Martins de Oliveira

    UNICEUMA - campus Imperatriz
    michele.martins@ceuma.br
  • Bruno de Cássio Veloso de Barros

    Instituto Evandro Chagas-IEC /Laboratório de Rotavírus.
    brunocvb@yahoo.com.b
  • João Batista Gonçalves Costa Jr

    Embrapa
    jbzootec@gmail.com
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